Câmara de Ouro Preto protestava contra pedreiros e carpinteiros que assumiam obras, mesmo consideráveis, sem exame dos juízes dos seus respectivos ofícios e “por cuja falta de examinação fazem muitas obras imperfeitas em prejuízo do dono delas” (Salomão de Vasconcelos). As confrarias eram vigilantes no acompanhamento das obras das igrejas. Não hesitavam
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recorrer a meios judiciais para atalhar obras mal realizadas ou refazer as consideradas insatisfatórias.
Os artistas e oficiais não trabalhavam sozinhos. Em economia urbana baseada na escravidão, era relativamente comum o emprego de cativos em ocupações especializadas, na condição de aprendizes e ajudantes das oficinas e ateliês. Antônio Francisco Lisboa, o
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