imagem de Santa Quitéria no altar-mor, como sucede até os dias atuais.
A construção da igreja do Carmo iniciou em 1766, com as obras de desaterro do morro. Adotou, com profundas modificações, o risco do mestre construtor Manoel Francisco Lisboa (pai de Aleijadinho). Em 1770, houve a primeira aprovação das obras, que se
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arrastaram, com várias mudanças e acréscimos, até 1785. A edificação iniciou pela capela-mor e sacristia e finalizou nas torres e frontispício. Em 1782, instalou-se o sino Elias, atualmente o maior de Ouro Preto.
O projeto da igreja do Carmo aproxima-se do partido que caracterizou as Minas. Foi
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amolecendo as formas, adelgaçando, abandonando a marcação forte e fechada do tipo jesuítico e “se tornando flexível, elástica, amalgamando-se os compartimentos principais (nave e capela-mor), num só todo, de peças que se interpenetram e mutuamente se completam” (Paulo
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