Reunindo a nata dos ofícios das Minas – carpinteiros, pedreiros, entalhadores e pintores – a construção do Carmo tem as marcas visíveis de Manoel da Costa Ataíde e de Aleijadinho. Mestre Ataíde fez o risco do altar-mor e cuidou da pintura e douramento dos altares laterais, do arco-cruzeiro, dos púlpitos e da sacristia. Segundo suas
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próprias palavras, o risco do altar-mor “em valentia e gosto o não podia fazer melhor” (Francisco Antônio Lopes). Apresentou a Mesa da Ordem um programa de ornamentação da igreja. Compreendia os altares, o interior e pinturas do teto da igreja, que não chegaram a ser realizadas (as que existem são de período bem posterior, 1908-1909). É
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discutida a atribuição da pintura do teto da sacristia ao notável pintor.
Aleijadinho imprimiu sua marca inconfundível na escultura dos altares, forte expressão do estilo rococó. O desenho original que serviu de modelo à talha dos altares laterais, de autoria de João Neponucemo Correia e Castro, encontra-se debuxado na parede do
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