Se Ouro Preto poderia ser, nas palavras de um cronista dos tempos áureos da mineração, Francisco Tavares de Brito (1732), um “Potosí de Ouro”, onde a Civilização do Ouro apresentou-se mais florescente e exemplar, a Matriz do Pilar era a sua jóia preciosa. Exprimia a exuberância barroca da opulência e riqueza da
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região das Minas no momento do seu maior esplendor. Somas vultosas foram empregadas na sua construção e ornamentação, que se concentrou entre os anos 1730-1755.
A igreja foi construída por uma confederação de irmandades fundadas em princípios do séc. XVIII: a padroeira, N. S. do Pilar, (1712), Santíssimo
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Sacramento (1712), São Miguel e Almas (1712), Santo Antônio (1715) e Senhor dos Passos (1715), todas elas irmandades com compromisso. Simples devoções abrigadas na Paróquia, como N. S. da Conceição (1712), Rosário do Terço (1726) e Santana (1730), também contribuíram. As despesas gerais da construção eram
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