regiões litorâneas, as ordens religiosas regulares – jesuítas, franciscanos, carmelitas, mercedários etc. – tiveram participação decisiva na promoção da religião.
Os conventos, mosteiros, recolhimentos e colégios marcaram a arquitetura religiosa dessas áreas. Nas Minas, as ordens religiosas foram proibidas. Na sua ausência, as irmandades assumiram o papel de
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grandes mecenas da arquitetura e da arte. A maior força da criação cultural de Minas colonial residia no impulso autônomo de seus habitantes.
Era notório o empenho dos mineiros na sustentação material da vida religiosa. Em 1749, D. Manuel da Cruz, primeiro bispo de Mariana, observava a “copiosa liberalidade” dos mineiros com os santos no dispêndio de “rios de ouro (que) são destinados
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