a promover o esplendor de todas as igrejas”. O principal cronista das festas coloniais mineiras, Simão Ferreira Machado, percebia a adesão dos mineiros às manifestações exteriores do culto: “Excede as povoações de toda a América este opulento hemisfério das Minas, onde avulta, mais que a riqueza, o fausto dos templos e a preciosidade dos altares. E como o sol, a cujas luzes ficam
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sombras de todos os astros os esplendores, a nobilíssima Vila Rica, mais que esfera da opulência é teatro da religião” (1733).
As irmandades e ordens terceiras eram os principais atores deste “teatro da religião”. Penetravam em todos os poros da sociedade colonial, impactando profundamente a vida religiosa, cultural, social e política. Todos os estratos sociais e étnicos da
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